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Informações úteis - Clientes
FAQs Clientes


Se trabalhar com uma empresa unicamente de impressão gráfica (vulgarmente chamadas "gráficas"), deverá exigir que as cores do logotipo sejam definidas em catalogo Pantone e aprovadas por si.
É aconselhável que registe para si as referências (ex: Vermelho - Pantone 185 C) de forma a garantir coerência na imagem da sua empresa e poder reclamar no caso de aparecer uma reprodução deficiente.

Se trabalhar com uma empresa de Design ou Agência de Publicidade, a situação normal será que lhe sejam apresentadas, além dos Pantones, outras indicações importantes para futuras reproduções da sua marca.
Por exemplo, a adaptação das cores para impressão em Quadricromia, a aplicação do logotipo em fundos escuros, os tipos de letra usados, funcionamento do logotipo em reduções, entre outras situações.
O fornecimento destes e de outros elementos dependerá do que estiver contemplado no orçamento.

Quando pede orçamentos de trabalhos gráficos, tenha sempre o cuidado de analisar o que o mesmo inclui. Existem 3 fases de produção distintas e todas muito importantes no sucesso do trabalho final: Design / Pré-impressão / Impressão.
Achamos importante que tenha consciência do que está a pagar, e, como existem empresas que, por razões estratégicas, juntam tudo, aconselhamos que solicite sempre orçamentos com as componentes divididas para que possa saber quanto está a pagar por cada uma.

 

 

As mensagens publicitárias, sendo susceptíveis de diversas interpretações e com elevado grau de subjectividade, desempenham hoje um papel fundamental nas empresas, devendo a sua apreciação ser baseada em critérios objectivos.
Assim sendo, alertamos os directores de marketing e gestores para que tenham muito cuidado com a avaliação das campanhas de publicidade e materiais de comunicação que lhes sejam propostos, não se devendo deixar influenciar apenas pela sua apreciação pessoal de agrado ou desagrado. Uma mensagem publicitária é construída atendendo a um dado público-alvo, do qual se esperam determinadas reacções e interpretações, as quais não são necessariamente iguais às nossas.
Apresentamos aqui uma metodologia baseada em critérios objectivos, que acreditamos será uma contribuição eficaz para uma aprovação mais rigorosa e fundamentada de uma mensagem publicitária.

Adequação da mensagem ao alvo:
É um dos pontos-chave de uma comunicação eficaz. Trata-se de conhecer as potenciais reacções, interesses e expectativas do público a quem nos dirigimos, e adequar a comunicação bem como a forma de comunicar com este público.

Adequação da mensagem aos objectivos publicitários:
Deverá haver um equilíbrio entre as expectativas do público-alvo e os objectivos de comunicação da acção. Pense se a campanha está coerente com esses objectivos (ex: reforço da notoriedade da marca, aumento das vendas).

Adequação da mensagem à promessa:
Como é sabido, uma mensagem publicitária deve, implicita ou explicitamente, conter uma promessa pela utilização de um produto, seja satisfazer uma necessidade, resolver um problema ou identificar-se com um dado grupo. A mensagem e todo o "ambiente" da campanha deverão reflectir essa promessa.

Simplicidade e capacidade de atracção e convicção:
Deve-se evitar "massacrar" o leitor ou espectador com excesso de informação, não "querer dizer tudo" pois dessa forma "não fica nada" na mente do potencial consumidor. Ele deve ser cativado de uma forma simples, criativa e positiva.

Características distintivas e originalidade:
No contexto da comunicação, a procura da diferença poderá, ou não, ser derivada tanto da própria exclusividade do produto e/ou da própria essência ou forma dessa comunicação.

Credibilidade:
Esta é uma questão mais complexa que se prende com a marca em si. Uma mensagem credível é não só aquela que traduz uma promessa que se pode concretizar, mas também a proveniente de um emissor com suficiente credibilidade e reconhecimento público.

Efeito sobre a memorização:
A memorização de uma mensagem será uma consequência da solução criativa encontrada e também da frequência com que ela é emitida.

Compatibilidade e coerência entre os suportes seleccionados:
A escolha dos suportes de comunicação deve respeitar a coerência das mensagens, do produto, do público-alvo, do tempo/espaço bem como procurar a eficácia através da escolha criteriosa dos suportes tendo em conta a medição das respectivas audiências.

Compatibilidade com o posicionamento de marketing:
A opção por uma determinada estratégia criativa deverá ser coerente com o posicionamento pretendido e assumido pela empresa.

Custo/Orçamento:
Exija sempre, que a sua agência encontre a melhor optimização possível entre o budget disponível e o nível de retorno máximo da campanha.

 

 

Etapa 1 – A definição da estratégia do nome de marca (naming)
A estratégia de desenvolvimento de nomes de marcas (naming) é similar ao processo de desenvolvimento de novos produtos ou ao estabelecimento de estratégias de posicionamento e de propaganda. Ela envolve o levantamento de informações sobre o produto e o mercado, a determinação do papel específico a ser cumprido pela marca registrada e o estabelecimento dos objectivos da marca nominal, que são essenciais para orientar toda a sequência de desenvolvimento de um nome forte e apropriado.

Produto – as informações dizem respeito ao conceito de produto, especificações, propriedades e formas de uso; posição no mercado; satisfações que vai proporcionar ao cliente e as necessidades que vai atender; na sua relação com os produtos concorrentes; os planos de distribuição e de media; os pontos-de-venda; e o relacionamento do produto com a marca de companhia e com marcas registradas de produtos similares existentes.

Mercado – dados qualitativos de mercado, se o papel do novo produto e o ambiente em que será lançado são claramente compreendidos.
Marca registrada – envolve a descrição dos países, línguas e culturas onde o registo da marca será efectuado, para determinar se é ou não apropriada para os diferentes mercados; a mensagem ou mensagens que a marca nominal deve comunicar; a existência de marcas concorrentes; as restrições ao tamanho do nome; e os atributos e qualidades fonéticas e gráficas que a marca deve preencher.

Objectivos do nome de marca – o gestor de produto, a administração, a agência de publicidade e o designer da embalagem devem estabelecer em comum os objectivos a serem cumpridos pela marca, que vão funcionar como elementos unificadores na escolha de um nome.

 

Etapa 2 – A determinação dos temas de criação
Os temas constituem enfoques a partir dos quais serão geradas as sugestões de nomes para o produto ou serviço. No caso de um automóvel, os nomes podem estar associados a temas como desempenho, potência, tecnologia, sofisticação e estilo de vida. Qualquer que seja o tema escolhido, ele exercerá uma grande influência na personalidade da marca e no plano de comunicação a ser desenvolvido para o produto.

 

Etapa 3 – A criação de nomes de marca
A partir dos temas escolhidos, a fase seguinte é criar palavras, analogias e ideias, tarefa geralmente confiada a equipas de designers, cujos participantes serão seleccionados pela sua criatividade, habilidade e domínio da língua e capacidade de trabalhar em grupo. A criação de nomes por computador também pode ser empregada, com base em bases de dados e dicionários, já que os programas existentes para a criação de nomes por permutação de vogais, consoantes e sílabas geram milhões de nomes, mas na sua maioria totalmente inúteis.

 

Etapa 4 – A selecção de nome de marca
Nesta etapa tem lugar um cuidadoso processo de selecção. Primeiro, são eliminadas as palavras que apresentem dificuldades de pronúncia em todas as línguas, de legibilidade ou de memorização, e aquelas que não permitem o registo legal, sejam parecidas com as marcas dos concorrentes ou tenham um tamanho excessivo. A relação deve então ser submetida a uma filtragem e comparação com as palavras de todas as línguas envolvidas no projecto, para verificar se não apresentam significados obscenos, ofensivos ou negativos.
O próximo passo é a busca de uma eventual concessão de registo a nomes iguais ou similares nos países e mercados onde se pretende comercializar a nova marca. Todos os nomes devem ser pesquisados pelos advogados locais e num primeiro país a ser designado, os remanescentes seguem para uma busca no próximo país e assim por diante. No entanto, não é incomum defrontrar-se no caminho com objecções aparentes, que devem ser checadas. Às vezes, os proprietários devem ser contactados e, em certos casos, é necessário negociar acordos comerciais ou conduzir investigações sigilosas a verificar se uma marca registada está a ser usada e em que classes de produtos e serviços.
Neste ponto, a relação provavelmente vai estar reduzida a alguns poucos nomes, que devem ser testados com consumidores e hierarquizados de acordo com as preferências. Pode ser descrito o conceito de produto e a seguir solicitado que os consumidores expressem, para cada nome em análise, a sua aprovação ("Gosto" ou "Não Gosto") ou que eles explicitem associações mais profundas, do tipo forte versus fraco, masculino versus feminino, caro versus barato. Por se tratar de produto ainda não disponível no mercado, é importante levar em conta as ponderações de Murphy (1990:90) quanto à subjectividade das técnicas actualmente em uso:

"O teste de nomes potenciais para produtos ou serviços ainda não existentes é excepcionalmente difícil. Na situação a pesquisa, existe o perigo real de os consumidores atribuírem escores mais altos para nomes qu soem mais familiares, rejeitando assim aqueles que são mais inovadores. (Tem-se discutido que se Steve Jobs tivesse empregado técnicas convencionais de teste de nomes, a Apple Computadores teria sido chamada IRC Corporation, Compumax ou algum outro nome similar, pouco excitante. Também se a Revlon tivesse pesquisado a marca Charlie, podia ser rejeitado este grande nome em favor de um nome como Fleurs de Paris ou Arc de Triomphe.)".

No momento da decisão final, o profissional de marketing deve basear o seu julgamento na sua familiaridade com o mercado, nas informações provenientes dos testes com consumidores, na assistência de profissionais de marcas e patentes e também na sua própria intuição.

 


O número de computadores, bem como de acessos à Internet, índices de visitas, compras, etc., não pára de crescer. Nenhuma estatística que conheçamos contraria esta tendência. Assim sendo, uma estratégia web, consistente e bem planeada, é cada vez mais obrigatória no mix de comunicação de uma organização.
Actualmente, já não basta "estar na net", é necessário disponibilizar serviços e informação relevante, útil para os clientes (e potenciais clientes), bem estruturada e apresentada com um bom design e um interface funcional. Uma coerente navegabilidade e usabilidade intuitiva são cada vez mais conceitos que não podem ser descurados, pois se basta um clique para um cibernauta entrar no nosso site, também com um clique apenas ele se vai embora... ao mesmo tempo que compara a nossa empresa com outras concorrentes.

Hoje em dia, podemos retirar vantagens a dois níveis com uma presença na web, uma ao nível da notoriedade e eventuais vendas geradas (directas ou indirectas), outra ao nível da optimização de recursos e processos internos. Isto é, por um lado é sabido que uma boa estratégia web representa um reforço da notoriedade e credibilidade da empresa, potenciando a confiança dos seus públicos-alvo e, naturalmente, as vendas. Por outro lado, uma plataforma web, integrada com o sistema de informação da empresa, possibilita que sejam disponibilizados e articulados diversos serviços e funcionalidades, seja para clientes, seja para colaboradores. A Designarte já há muito tempo que desenvolve os seus sites com base numa plataforma de gestão de conteúdos que permite total autonomia por parte do cliente, além de outras funcionalidades (área reservada, newsletter integrada, gestão de conteúdos calendarizados, banners, downloads, entre outras). Presentemente, estamos a desenvolver plataformas integradas com RP's internos, tirando assim partido das aplicações do cliente e optimizando processos internos, reduzindo o tempo "gasto" por colaboradores com determinadas tarefas e permitindo a disponibilização e estruturação de informação para os clientes (acesso a stocks, contas correntes, orçamentos, agendas de colaboradores, etc.).
A grande vantagem em disponibilizar via web informações da estrutura informática interna (por exemplo, a base de dados de produtos) é permitir que a informação esteja sempre actualizada. Não aconselhamos a fazer redundância de informação. Os conteúdos que são exibidos no website podem "existir" apenas internamente, sendo que o este apenas "os vai buscar" através de uma ligação readonly perfeitamente segura.

Passos necessários para elaborar um projecto web consistente
Numa primeira fase, é necessário fazer uma auditoria a dois níveis, primeiro à estratégia de comunicação da empresa (quer esteja mais ou menos definida) e depois ao sistema de informação e seus fluxos, caso o cliente pretenda integrar as aplicações e disponibilizar informações via web (seja de que tipo forem, para que públicos e com que objectivo).
Na fase seguinte, passamos para a estruturação da informação, estudo de navegabilidade e usabilidade para, de seguida, começarmos a "desenhar" o web site (web design de homepage e algumas páginas tipo).
Depois de definido o layout, é feito o web design de todas as páginas "tipo" do site e, posteriormente, passamos à fase de programação HTML e integração com a plataforma de backoffice, de gestão de conteúdos. Caso seja um projecto que contemple a integração com RP interno, este é executado também nesta fase.
Por fim, o projecto é entregue ao cliente e é dada formação aos intervenientes, para que estes possam gerir o web site.
Por fim, passamos a uma fase muito importante de web marketing que, dependendo do budjet disponível e dos objectivos do cliente, potencia o seu "aparecimento" em diversos locais "chave" (motores de busca e outros), os quais vão de encontro ao potencial público "interessado".

 

 

A cor é um elemento fundamental na vida do Homem, é algo imprescindível à própria sobrevivência deste e sem a qual o mundo era inimaginável: sempre existiu o azul do céu, o verde da natureza, o castanho da terra…
Podemos afirmar que a cor é o reflexo da luz que os objectos reflectem na mente dos observadores. Diariamente somos persuadidos, movidos, despertados, desafiados, inspirados, advertidos e informados pela cor e pelas combinações de cores.
Embora cada um de nós interprete as cores de uma forma única, há um surpreendente conjunto de reacções à cor através do tempo e da cultura.
A cor é, portanto, uma realidade sensorial à qual não podemos fugir. Além de actuar sobre a emotividade humana, a cor produz uma sensação de movimento e de liberdade, assim como uma dinâmica envolvente e compulsiva.
Certas cores têm efeitos universais, tais como cores quentes e cores frias, consoante estas dão a sensação de proximidade ou de distanciamento. Estas sensações são oferecidas por determinadas cores, dependendo, muitas vezes, de vários factores, tais como, por exemplo, da iluminação e a saturação.
Normalmente, as cores quentes envolvem o magenta, vermelho, laranja, amarelo e amarelo esverdeado. Estas aumentam a nossa percepção do tempo e produzem sentimentos, tais como o quente, confortável e convidativo, estando também associados à excitação, boa disposição e conforto.
As cores frias, por sua vez, incluem, regra geral, o violeta, azul, azul claro, ciano e azul esverdeado. As emoções associadas a estas cores vão desde a calma e o sossego até à tristeza e também repressão.
As cores despertam a nossa memória afectiva, logo têm efeitos nas nossas emoções, os nossos sentimentos. As reacções às cores são conduzidas por combinações biológicas, psicológicas, sociais e culturais.

 

“Aprendi a conhecer mais, em estrutura e espírito, alguns companheiros que têm me acompanhado por toda a vida. Esses companheiros têm nomes como azul, vermelho, amarelo, preto, verde e outros tantos. Agora percebo que, também em matéria de cores, conviver não é conhecer. Claro, até uma criança aprende a conviver com elas. (…) Cores amigas e sinceras, ajudando a criar sonhos em cima do papel. E, nesse momento, a criança se sente dona de todas as cores do mundo.”
Alex Periscinoto in “Psicodinâmica das cores em Comunicação”

 

 

Passamos da sociedade industrial para a sociedade de informação, em que a evolução das tecnologias (internet, comunicações móveis, etc.) mudaram a forma de nos relacionarmos em sociedade, tanto em termos comerciais como humanos. Hoje em dia em que a competitividade é “brutal” e os mercados e ambiente estão em constante mudança, são os vendedores o principal elo de ligação com o mercado e os clientes, são eles que lidam com o mercado e com a informação.

As empresas precisam de estar em inovação constante, focalizadas nas novas tendências do mercado para anteciparem as necessidades do cliente (e criarem novas) e/ou gerarem constantemente valor na sua oferta de produtos/serviços. Assim sendo, as empresas que melhor “dominarem” a informação do mercado, mais hipóteses têm de acertar nas suas estratégias, e antecipá-las, ou melhor, serem céleres na implementação das suas estratégias.

As equipas de vendas devem estar sempre atentas e organizadas em termos de recolha e tratamento da informação. Os vendedores podem recolher informação poderosa e fiel a vários níveis:
- Apreciação do cliente perante as características do produto/serviço no seu conceito mais ampliado (detectar possíveis melhorias);
- Sentir possíveis necessidades por satisfazer (mudanças constantes do mercado);
- Apreciação/comparação de quem lida com o produto/serviço (cliente) perante os produtos/serviços da concorrência;
- Informação (rápida) sobre as novidades que a concorrência “lança”.

 

 

A avaliação é um instrumento para fazer evoluir de forma constante as pessoas, deve ser uma prática instalada e está directamente ligada à formação na medida em que, perante a avaliação dos pontos fortes e áreas a melhorar, identificam-se as necessidades de formação.

Embora avaliar não seja fácil, nem para quem avalia, nem para o avaliado, e seja preciso existir um clima de confiança na organização, esta pode ser a chave de sucesso da mesma.
Geralmente a avaliação é feita anualmente, e tem como grandes objectivos fazer a reflexão sobre o ano anterior e estabelecer um Plano de Acção para o ano que se inicia. Nunca se deve ligar a avaliação à remuneração, são duas realidades que caminham em paralelo, mas nunca se devem relacionar directamente. A avaliação, embora deva ser qualitativa e quantitativa, deve incidir principalmente nos aspectos factuais do comportamento.
Uma boa avaliação, organizada (ficha de avaliação, procedimentos, etc.) e feita num ambiente de responsabilidade, profissionalismo e confiança tem vantagens determinantes na organização: permite decisões fundamentadas, melhora o desempenho, estimula o aperfeiçoamento, é um factor de motivação e pode ser um reforço das relações.

A formação na sua componente operacional, por seu lado, só é realmente eficaz quando é definida com base nas conclusões de uma boa avaliação, isto é, só com uma avaliação objectiva das áreas a melhorar se define de forma eficaz as áreas de formação a incidir.

 

 

1.º Focalização no cliente;
2.º Liderança e persistência;
3.º Envolvimento e desenvolvimento dos colaboradores;
4.º Abordagem por processos, sistemas e factos;
5.º Melhoria contínua, inovação e aprendizagem organizacional;
6.º Desenvolvimento de parcerias e fornecedores;
7.º Orientação para resultados e partes interessadas;
8.º Responsabilidades social das organizações.

Qualidade é:
Todos (ninguém fica de fora)
fazermos (assumirmos um papel activo e em equipa)
bem, (da forma mais adequada)
e cada vez melhor (mudança constante)
o que deve ser feito, (acrescentar valor em alinhamento com a estratégia)
atempadamente, (cumprindo os prazos)
sempre, (de forma consistente e previsível)
à primeira (sem falhas ou erros)
e de forma planeada (com regras, não de improviso)
e rentável (optimizando processos, reduzindo custos).

As empresas têm que construir, de um modo personalizado, a sua própria qualidade.

 

 

1.º Envolver as pessoas no seu propósito;
2.º Vestir a camisola;
3.º Aprender a ouvir para liderar;
4.º Delegar responsabilidades e compartilhe os lucros;
5.º Organizar-se para improvisar;
6.º Aprender a agir com ousadia;
7.º Não se esquecer da alegria.

 

 

A Internet está a revolucionar a maneira de fazer negócios, a informação está sempre disponível e tornou-se fácil comparar as ofertas de produtos e serviços à escala global.

Uma estratégia web eficaz deve estar assente nos seguintes princípios:

1. Posicionamento nos motores de busca
Não basta estar presente na Internet é necessário angariar visitantes qualificados nos motores de busca.

2. Usabilidade e design
O design, além de facilitar e tornar clara a navegação pelo web site, deve ser consistente com a imagem da empresa.

3. Conteúdo
O conteúdo do web site deve informar em qualidade e em quantidade as características distintivas da oferta.

4. Credibilidade
Descrição das condições de serviço, política de privacidade e outras informações devem estar claras.

5. Análise estatística (Web Analytics)
Uma boa ferramenta de análise estatística aplicada a um web site é como acender a luz num quarto escuro.

 

 

Segundo Lei Portuguesa (até 1980): Código da Propriedade Industrial
“Sinal ou conjunto de sinais nominativos, figurativos ou emblemáticos que, aplicados por qualquer forma, num produto ou no seu invólucro, o façam distinguir de outros idênticos ou semelhantes”.

Segundo Art. 4º do Regulamento 40/1994/CEE sobre a Marca Comunitária
“Sinal ou conjunto de sinais susceptíveis de representação gráfica, nomeadamente palavras, incluindo nomes de pessoas, desenhos, letras, números, a forma do produto ou da respectiva embalagem que façam distinguir os produtos ou serviços de uma empresa, dos de outras empresas”.

Segundo Professor Doutor Paulo de Lencastre
“Sinal ou conjunto de sinais de uma missão e respectivas acções de marketing oferecidas por uma pessoa física ou jurídica visando obter uma imagem junto dos seus públicos e segmentos alvo diferenciada da concorrência”.

 

 

O termo Web 2.0 é utilizado para descrever a segunda geração da World Wide Web, tendência que reforça o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas com sites e serviços virtuais. A ideia é que o ambiente on-line se torne mais dinâmico e que os utilizadores colaborem para a organização de conteúdo.

Dentro deste contexto encaixa-se a enciclopédia Wikipedia, cujas informações são disponibilizadas e editadas pelos próprios utilizadores.

Também entra nesta definição a oferta de diversos serviços on-line, todos interligados, como oferecido pelo Windows Live. Esta página web da Microsoft, ainda em versão de testes, integra ferramenta de busca, de e-mail, comunicador instantâneo e programas de segurança, entre outros.

Muitos consideram toda a divulgação em torno da Web 2.0 um golpe de marketing. Como o universo digital sempre apresentou interatividade, o reforço desta característica seria um movimento natural e, por isso, não daria à tendência o título de "a segunda geração". Polémicas à parte, o número de sites e serviços que exploram esta tendência está a crescer e a ganhar cada vez mais adeptos.


Glossário da Web 2.0 (in Folha de S.Paulo)

AdSense: Um plano de publicidade do Google que ajuda criadores de web sites, entre os quais blogs, a ganhar dinheiro com seu trabalho na net. Tornou-se a mais importante fonte de receita para as empresas Web 2.0. Ao lado dos resultados de busca, o Google oferece anúncios relevantes para o conteúdo de um website, gerando receita para o web site a cada vez que o anúncio for clicado.

Ajax: Um pacote amplo de tecnologias usado a fim de criar aplicativos interativos para a web. A Microsoft foi uma das primeiras empresas a explorar a tecnologia, mas a adoção da técnica pelo Google, para serviços como mapas on-line, mais recente e entusiástica, é que fez do Ajax (abreviação de "JavaScript e XML assíncrono") uma das ferramentas mais quentes entre os criadores de sites e serviços na web.

Blogs: De baixo custo para publicação na web disponível para milhões de usuários, os blogs estão entre as primeiras ferramentas de Web 2.0 a serem usadas amplamente.

Mash-ups: Serviços criados pela combinação de dois diferentes aplicativos para a internet. Por exemplo, misturar um website de mapas on-line com um serviço de anúncios de imóveis para apresentar um recurso unificado de localização de casas que estão à venda.

RSS: Abreviação de "really simple syndication" [distribuição realmente simples], é uma maneira de distribuir informação por meio da internet que se tornou uma poderosa combinação de tecnologias "pull" - com as quais o utilizador da web solicita as informações que deseja - e tecnologias "push" - com as quais informações são enviadas a um utilizador automaticamente. O visitante de um web site que funcione com RSS pode solicitar que as actualizações lhe sejam enviadas (processo conhecido como "assinando um feed"). O presidente do conselho da Microsoft, Bill Gates, classificou o sistema RSS como uma tecnologia essencial 18 meses atrás, e determinou que fosse incluída no software produzido por seu grupo.

Tagging [rotulação]: Uma versão Web 2.0 das listas de sites preferidos, oferecendo aos utilizadores uma maneira de vincular palavras-chaves a palavras ou imagens que consideram interessantes na internet, ajudando a categorizá-las e a facilitar sua obtenção por outros utilizadores. O efeito colaborativo de muitos milhares de utilizadores é um dos pontos centrais de websites como o del.icio.us e o flickr.com. O uso on-line de tagging é classificado também como "folksonomy", já que cria uma distribuição classificada, ou taxonomia, de conteúdo na web, reforçando sua utilidade.

Wikis: Web sites / Páginas web comunitárias na internet que podem ser alteradas por todos os utilizadores que têm direitos de acesso. Usadas na internet pública, essas páginas web comunitárias geraram fenómenos como a Wikipedia, que é uma enciclopédia on-line escrita por leitores. Usadas em empresas, as wikis estão-se a tornar uma maneira fácil de trocar ideias para um grupo de trabalhadores envolvido num projecto.

 

 

A transmissão da informação é o objectivo fundamental de qualquer publicidade exterior. Contudo, para que a mesma seja efectiva, a mensagem tem que ser organizada da forma adequada. Mensagens vagas podem não atingir o objectivo, ou gerar mesmo o inverso do pretendido: confusão. As mensagens simples e claras são mais fáceis de ler, de compreender e de memorizar.

Parece simples, não é? Mas se fosse assim tão simples seriam muito poucos os anúncios esquecidos pelas pessoas que os vêem. Para ultrapassar esta dificuldade há que manter alguns factores em mente.

Para criar uma mensagem efectiva, um designer tem que considerar a função de uma determinada publicidade e o local onde vai ser exposta. Ao fazê-lo, pode determinar o tamanho adequado e o tipo de letra a utilizar, assim como o tipo de mensagem que vai ser mais efectiva. Se o sinal apenas vai ser lido por pedestres que passam calmamente pelo local onde o anúncio está afixado, o designer pode dar-se ao luxo de empregar a verbosidade de uma forma inteligente, mas se o anúncio se destina a ser lido por um condutor apressado, o designer tem que considerar outros factores.

De acordo com um estudo recente, uma pessoa que conduza a 25 km/h numa fila de trânsito moderada numa estrada com quatro vias vê um outdoor e demora cerca de 1.5 a 3 segundos para reagir. Apesar das variáveis poderem encurtar ou alongar este tempo, é mais que certo que o outdoor tem que ser muito bem pensado para atingir os objectivos de comunicação.

Em locais com trânsito muito movimentado, as mensagens curtas e simples são as mais eficazes. Determine então qual o objectivo primordial do outdoor e mantenha-se fiel a ele. Uma regra de “ouro” é apenas veicular uma mensagem por outdoor. É melhor “dizer” algo claramente do que “dizer” várias coisas que não vão ser absorvidas pelo público-alvo.

O tamanho afinal interessa.
Um outdoor enorme será certamente visível a todos. Contudo, se a mensagem estiver disposta de uma forma desastrada ou inapropriada, o outdoor não vai atingir o público-alvo. Da mesma forma que um outdoor mais pequeno pode ser muito apelativo visualmente, mas se o texto for demasiado pequeno para ser lido, falha a intenção de comunicar a mensagem.

Para evitar erros do género, os designers devem visitar os locais onde vão ser instalados os outdoors, quer de carro quer a pé, para verificar a forma como vão funcionar melhor e atingir os objectivos inicialmente propostos. Há apenas alguns anos, um outdoor instalado a 2.5 metros do chão era perfeitamente visível a toda a gente. Contudo, nestes dias de tráfego intenso em que proliferam as carrinhas e os camiões, se um anúncio não estiver a pelo menos quatro metros do chão poderá nunca ser visto. Além disso, quando se está a determinar o local onde vai ser instalado e a altura que deve ter, deve ter-se em conta a área circundante, para ver se existem árvores ou outros aspectos paisagísticos que possam afectar a visibilidade e leitura do outdoor.

A escolha das cores e da tipografia.
A boa localização de um sinal é crucial, mas não substitui uma tipografia pobre. O tipo de letra escolhido pode determinar a leitura e a memorização da mensagem, assim como a escolha das cores no design. Quanto a este último aspecto, o contraste entre as cores do fundo do outdoor e as cores da tipografia são a melhor opção para se assegurar a leitura.

Apenas três segundos!!!
A primeira consideração de um designer, na concepção de um outdoor, é saber se este vai ser um meio de comunicação efectiva. Por exemplo, escolher uma tipografia a negro sobre um fundo amarelo é certeza de uma boa leitura à distância, até mais do que se o fundo fosse branco. No entanto, se todos os outdoors fossem amarelos e negros nenhum se destacava. O truque está em prestar atenção ao ambiente circundante para se ter a certeza que o outdoor a conceber se vai destacar. Quando um designer tem estes truques em consideração, todo o processo de construção do Outdoor é invisível para o público final, que apenas pretende um serviço e saber como o encontrar. “Tem sede?... Vire à sua esquerda!” informa o outdoor. E se o público não vê o processo, o mesmo não vai acontecer com o empresário que detém esse serviço! Logo, o crescimento do negócio é um sinal claro da efectividade de um outdoor.

- A posição de um veículo na estrada vai influenciar o tempo que um automobilista demora a detectar, ler e compreender um outdoor.
- 1.5 segundos é o tempo que um automobilista demora a detectar, ler e compreender um outdoor
- Se 1.5 segundos não forem suficientes, então a concepção do mesmo deve ser repensada.

 

 

Hoje em dia, em que os mercados são altamente competitivos, os produtos tendem a ser cada vez mais iguais e a ter preço equiparado e o consumidor é informado, exigente, selectivo e “controlador” do processo, a Marca tem um papel cada vez mais fundamental e decisivo na relação com o cliente e a sociedade.

Temos assistido ao longo dos anos à evolução do conceito de Marca (branding). Ainda há pouco tempo se falava na necessidade de introduzir a componente da “confiança” na Marca, expressa através de uma atitude socialmente responsável; se pensarmos em nós como consumidores, facilmente reparamos que a nossa escolha tende a ser direccionada para empresas e Marcas em que confiamos. Mas actualmente “confiamos em muitas Marcas”. É necessário por isso introduzir a componente emocional na construção de uma Marca… é preciso criar um clima de “paixão”, de mistério à volta da nossa marca (exemplos: imac da Apple, Nike).

Como?...
Em primeiro lugar temos que ter um produto e/ou serviço que encante o cliente: “As marcas poderosas não são construções artificiais, edificadas à força de Publicidade e de Relações Públicas: justificam-se por produtos ou serviços excepcionais.” (in Mercator).
De nada importa ter uma Marca se por detrás dela não estiver um produto ou serviço relevante.
Lembre-se de Platão. Ele defende um princípio fundamental, que bate certo no coração de qualquer grande marca – o conceito de essência. O filósofo acreditava que qualquer objecto tinha duas vertentes. Uma era a forma do próprio objecto; outra, e a mais importante, era a verdadeira ideia – o princípio essencial que reside no âmago de cada produto e que existe para além do seu formato concreto. De certa forma, Platão foi o primeiro a articular a importância da essência de cada Marca (exemplos: Starbucks, o café tem um papel social há mais de 500 anos; “Just do it” da Nike, afirma valores intemporais).
Em segundo lugar temos que definir o nosso posicionamento assente num eixo de comunicação forte e que seja simultaneamente o mais diferenciador possível. O ideal será estabelecer esse posicionamento apenas à volta de um atributo (para ser mais facilmente recordado). Não deverá escolher vários atributos para a Marca ser excepcional, simplifique!... Lembre-se que a tese de Albert Einstein tinha apenas 7 páginas.
Por exemplo, a Volvo decidiu há muito tempo “insistir” na mensagem da segurança. Foram várias as marcas de automóveis que tentaram conduzir campanhas de marketing baseadas nesse atributo, mas somente a Volvo conseguiu entrar na mente das pessoas com a sua imagem de “segurança”.
Quando não se pode ter a mesma ideia ou posicionamento de um concorrente, devem-se encontrar outras vias ou atributos. Foi o que fez a Pepsi. A Coca-Cola é “original” e tornou-se a escolha para os mais velhos. A Pepsi posicionou-se, com sucesso, como a opção da geração mais nova.

In MARKETEER nº 146, Setembro 2008

 

 

Já ninguém tem dúvidas. Depois da industrialização, estamos em plena era da informação. Nunca como antigamente tivemos tanta necessidade em comunicar e o aumento exponencial do número de telemóveis e de novos acessos à internet são prova disso. Estamos sempre "ligados", 24 horas por dia, sejamos jovens ou adultos, mulheres ou crianças, de qualquer classe social. Várias gerações praticam um "multiprocessamento exagerado" de tarefas, como conduzir e falar ao telemóvel, comunicar via sms nas aulas, às refeições, etc.
Num contexto empresarial, as empresas precisam de estar cada vez mais focadas na fluidez da comunicação (externa e interna), na partilha da informação e do conhecimento, uma vez que são pressionadas por um consumidor "camaleão", cada vez mais exigente, atento e selectivo, que busca satisfação imediata e plena personalização.
Com a crescente competitividade, é urgente comunicar com o mercado, de uma forma eficaz e consistente, as acções e evoluções geradoras de valor, utilizando, para isso, todas as ferramentas de comunicação disponíveis.
Se no mundo físico as PME’s têm realizado as suas acções de Marketing com mais ou menos resultados, é em ambiente web onde as coisas mais têm falhado. Depois de séculos a comunicar pessoalmente, não podemos encarar a comunicação web como semelhante às formas tradicionais de comunicar. Já não basta "estar" na net com os mesmos textos que durante anos imprimiu na sua impressora, é preciso "ser". As empresas têm que interiorizar esta nova linguagem, encontrando a melhor forma de comunicar o seu negócio na web e gerar valor acrescentado para o seu cliente.
Por não ser fácil, ainda existem muitas oportunidades desperdiçadas na internet. Quem conseguir proporcionar, além de um bom design e de uma boa plataforma, uma organização eficaz das ideias, uma navegabilidade intuitiva, uma usabilidade com lógica e coerência, ergonomia e flexibilidade aliada a conteúdos e serviços interessantes e actualizados para o visitante, então terá uma vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes e conquistará na mente do seu cliente um “lugar on-line”.
E lembre-se: se vender ideias no mundo físico sempre foi difícil, na internet ainda o é mais, pois basta um simples clique para o seu potencial cliente ir embora do web site, além de que o cliente on-line por norma é mais exigente, mais informado e mais consciente do seu poder como consumidor. Seja optimista, arrisque, inove e aposte nesta ferramenta para comunicar com os seus clientes 24 horas por dia, 7 dias da semana, com acesso de qualquer parte do mundo. Como disse um dia Sir Winston Churchill: "um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade enquanto um optimista vê uma oportunidade em cada dificuldade".

 

 

- Ser diferente
- Ser curto (de preferência até três sílabas) e de fácil memorização (ex: Olá);
- Ser simples e fácil de pronunciar, se for o caso, tb a nível internacional (ex: Nokia);
- Sugerir o produto/serviço (ex: Swatch, Telecel);
- Sugerir um atributo/benefício do produto e/ou posicionamento da marca (ex: Head&Shoulders para champô anti-caspa; Diehard para baterias de automóveis; Compaq para computador “compacto”);
- Despertar emoções e sentimentos no consumidor (ex: Obsession para perfume; Caress para sabonete);
- Não ter conotações indesejáveis (ex: marca de vinho BSE, sofre influência da crise das “vacas loucas”, a doença da BSE);
- Disponível e defensável juridicamente (ex: Cola não estaria disponível nem seria defensável, mas Pepsi-Cola já foi).


Qual a importância do Nome numa Marca?

- O nome é o indicador inicial da marca, sendo a base para os esforços de comunicação e criação de notoriedade;
- O nome pode gerar associações importantes que servem para descrever a marca;
- O nome é muito mais permanente que a maioria dos elementos do marketing (preço, produto,comunicação, distribuição).

 

 

Uma identidade corporativa ambiciosa e coerente com os objectivos da sua empresa é o primeiro passo para construir uma relação com os seus clientes, ajudando a sua área comercial a atraí-los e eventualmente fidelizá-los.
Para se desenvolver uma marca forte é preciso analisar o seu negócio e a concorrência, concluindo que tipo de logomarca é que fará mais sentido e que vai mais de encontro ao seu público-alvo.


Algumas definições a ter em conta:

SÍMBOLO: é um ícone ou ilustração abstracta para representar a empresa (exemplo: estrela da Mercedes).

LOGOTIPO: é formado pelo nome da empresa, escrito em extenso. Há muitas pessoas que pensam que o logotipo é o símbolo ou o conjunto, mas não, desta apenas faz parte o lettering (ex: letras Mercedes-Benz, sem o símbolo).

LOGOMARCA: é a junção do símbolo com o logotipo da empresa (ex: símbolo + letras Mercedes-Benz).

ASSINATURA/SLOGAN: tem como objectivo destacar o atributo/benefício principal da empresa e/ou apenas identificar a área de negócio. A assinatura poderá ter uma vertente mais institucional, sendo dessa forma mais descritiva e racional (claro que a Mercedes não precisa de descritivo, mas permita-nos este exemplo simples para manter a mesma marca: imagine que debaixo da logomarca Mercedes-Benz dizia “Automóveis”). Por outro lado, a assinatura poderá ter um carácter mais promocional/publicitário, sendo dessa forma mais emotiva (ex: imagine que debaixo da logomarca Mercedes-Benz dizia “Fiabilidade acima de tudo”).


É importante estar ciente das principais funções e objectivos de uma marca antes de começar a produzi-la. Uma logomarca tem por finalidade representar de maneira clara ou subliminar a mais valia da empresa.
Uma boa logomarca deverá apresentar harmonia estética. Esta harmonia é conseguida através do uso correcto de fontes e cores, e também pelo equilíbrio dos traços utilizados. Logomarcas agradáveis aos olhos criam simpatia pelo produto ou empresa e cativam o seu público, atraindo mais clientes.
Por isso é de capital importância a escolha adequada do tipo de letra (ou a criação deste) por forma a que este se ajuste à essência do negócio e à mensagem que se pretende transmitir. De igual forma, conhecimentos de Psicologia da Cor são indispensáveis para que o resultado final resulte numa utilização cromática eficaz, que seja o “espelho” da empresa e que provoque associações positivas aos seus potenciais clientes.
Mas atenção pois Logomarcas com muitas cores podem parecer muito eficazes, mas dispersam a mensagem e exigem altos investimentos sempre que for preciso reproduzi-las em algum meio físico: cartões, papel de carta, placas, etc.
Boas logomarcas são aquelas capazes de atrair o público, despertar o interesse e agir também como um factor decisivo na escolha.

 

 

Marca
A marca - branding - é a face do produto. O logotipo, o tipo de letra, o slogan, o jogo de cores… tudo tem de contribuir para o mesmo fim: CATIVAR.

Energia
Na net não há espaço para museus empoeirados disfarçados de empresas. O web design do seu web site tem de transmitir energia, empenho, convicção. Da animação às imagens, passando pela constante introdução de novidades. Se o seu website estiver igual nas duas visitas daquele potencial cliente… ele não fará a terceira. Não há capacidade de actualização diária? Então evite datas ou referências temporais, e mantenha o website tão actualizado quanto possível.

Atractividade
Web sites bonitos há muitos. A atractividade e o design do seu website tem de ser pensada em função do seu segmento-alvo. É para vender? Ofereça descontos. É para promover? Realize sorteios. É para informar/divulgar? Associe a inscrição numa Newsletter a uma oferta.

Profissionalismo
Aposte em textos bem escritos, actuais, sem gralhas, sem erros. Bons conteúdos, curtos e concisos, transmitem confiança. A imagem que a sua empresa (e o seu web site) quer passar é a de profissionalismo? Contrate profissionais. Quer ir mais além e… seduzir?

 

 

“Oitenta por cento dos websites das PMEs portuguesas (e não só) são fracos, sendo a maior parte deles, mesmo muito fracos. Os seus conteúdos são pobres, estáticos, sem grande relevância, não nos cativam, não nos surpreendem, não interagem connosco e, claro, não nos fazem voltar.
Na melhor das hipóteses, o site é um copy/paste da brochura da empresa dividido por meia dúzia de secções”, afirma Paulo Taveira, CEO da Designarte.

Um dos grandes problemas dos projectos web é que as empresas andam a dar mais importância ao formato que ao conteúdo. O design do site é o que parece mais importante e aprovam-se muitas maquetas finais, e até se programam sites, ainda com textos simulados.
Um site é muito mais do que design! É interactividade, é ser realmente útil e disponibilizar informação e serviços relevantes para o seu cliente ou potencial cliente. É ser usável, é ser navegável, é ser agradável, é comunicar… e o design apenas existe como facilitador desta realidade.
Senão vejamos, já pensou que a essência da Internet está na informação e interactividade? Isto é, a Internet nasceu da necessidade de comunicar (começou com troca de informação entre organizações nos EUA). Já reparou que a página que você mais visita (google) tem fundo branco, textos a preto em tipo de letra simples (arial) e links de texto a azul?
Veja os sites que tem nos seus favoritos e pense porque é que os visita. Porque são úteis, interactivos… e olhe que geralmente geram bastante retorno financeiro, directo ou indirecto.


Esta “apatia digital” acontece essencialmente por 3 factores relacionados:

Primeiro pela Internet em si. Ela é um meio de comunicação muito recente e muito diferente dos meios tradicionais, sendo por isso muito difícil para empresários e marketeers, em conjunto com os web designers, adaptar, de forma realmente criativa e inovadora, o seu negócio à web.

Em segundo lugar devido ao cliente que não é exigente nem sensível às potencialidades do meio. A maioria dos empresários das PMEs têm dificuldade em sentir o retorno financeiro e de notoriedade que uma boa aposta neste meio pode gerar, delegando a responsabilidade de gerir o projecto a colaboradores pouco qualificados ou directamente no fornecedor web. Como é óbvio, ambos têm muito menos conhecimento do negócio do que o empresário.
A agravar o problema, isto é acompanhado de um budget psicológico que é manifestamente insuficiente para contratar uma empresa profissional e desenvolver um projecto de sucesso. Isto muitas vezes “mata” o projecto à nascença, assim como impor prazos reduzidos é contra producente. Um projecto web de sucesso deve ser bem amadurecido. Começa com uma boa análise à concorrência e uma boa definição da estratégia a seguir.

Em terceiro lugar, temos os fornecedores de serviços web. Assistimos ao seguinte fenómeno: grande parte das empresas que nascem… morrem no mesmo ano.
Vejamos o seguinte, quem cria empresas de web design por norma são designers que se juntam com programadores, provavelmente com poucos ou nenhuns conhecimentos de como gerir uma empresa. A agravar a isto, para desenvolver um projecto web à medida (não contando com soluções pré-programadas), são necessários, logo à partida, o dobro dos recursos humanos do que, por exemplo, um projecto de design editorial (brochura, catálogo, folheto ou uma identidade corporativa). Isto é, além do designer web, é sempre necessário um programador – não queira pôr o designer a programar nem o programador a desenhar pois dá asneira, são competências diferentes! Por isso é que recorrer a um freelancer para desenvolver o seu website não é uma boa aposta, pois uma das componentes provavelmente vai falhar.

Assiste-se assim à seguinte realidade…
Maus fornecedores e um cliente muito pouco pró-activo, pouco exigente e que não investigou convenientemente o meio e a concorrência, resultando numa fraquíssima fluidez dos projectos, com conteúdos que tardam em não aparecer e “derrapanços” de meses (…que causam no próprio cliente insatisfação, e sem saber porquê).
Mas caso se consiga terminar o projecto web antes da empresa de web design fechar, isso já é bom!
Por tudo isto, é fácil perceber que muitas pequenas empresas de web andem a praticar preços que não pagam o custo hora do designer, do programador, do comercial, para não falar dos custos com deslocações ao cliente e a percentagem dos restantes custos fixos que deviam estar afectos ao projecto.
Com clientes pouco exigentes e preocupados e fornecedores a prestarem um serviço muito deficiente, o resultado final é o que está à vista!

 

 

Se o Facebook fosse um país, os seus cerca de 500 milhões de “habitantes” fariam dele um dos países mais povoados do mundo.
Tomar consciência daquilo que partilhamos (e com quem partilhamos) é fundamental!


• Use e abuse das ferramentas de privacidade que as várias Redes Sociais disponibilizam; perca algum tempo a configurar exactamente o que quer partilhar e com quem.
• Evite colocar fotografias demasiado pessoais, dos seus filhos ou de outras crianças;
• Tenha a noção das implicações nos seus contactos ao ser “anti-isto” ou “anti-aquilo” ou qualquer opinião sua de cariz religioso, político ou até desportivo;
• Evite comunicar que está fora ou de férias, os planos para fins-de-semana, feriados, etc.… essa informação pode chegar ao “amigo do alheio”;
• Evite colocar informação que revele a sua morada verdadeira, horários e outros que possam indicar os seus hábitos diários.
• Se tiver o seu patrão como “amigo” (ou colegas de trabalho), tenha a noção das implicações do que partilha e a que horas  faz essa partilha;
• Caso tenha filhos que usem as Redes Sociais deve acompanha-los e procurar saber o que fazem. Por exemplo verificar que tipo de informações e fotos eles tornam públicas. Tente perceber também com que tipo de pessoas comunicam nos chats e previna-os para os riscos a que estão sujeitos.
• Tenha especial atenção na transição para a vida real: caso marque um encontro com alguém do seu grupo de amigos certifique-se que essa pessoa é de facto quem pensa que é e que as suas intenções são as que afirma.
• Evite aderir a causas ou instalar qualquer software que, sob a fachada de ser muito útil ou benemérito, possa comprometer a sua privacidade e os seus bens (p.e. phishing de dados bancários).

No entanto, para lá de qualquer conselho mais prático, o melhor de todos é sem dúvida usar o seu BOM SENSO e INTELIGÊNCIA.

 

 

Até que ponto esta desenfreada adesão às Redes Sociais não sofrerá do Síndrome da Bolha que afectou mui¬tas startups tecnológicas em finais da década de 90? Contudo, é possível antever algumas tendências:


• Perfil único: os utilizadores tenderão a exigir um único perfil que será transversal a todas as Redes Sociais.
• Modelo de Negócio: as acções de Marketing serão valorizadas de acordo com a influência social dos utilizadores. Haverá assim uma disputa entre Redes Sociais para se conseguir ter os utilizadores com maior influência. Cada um de nós terá o seu próprio CPC (Cost per Click).
• Centralização de Gestão: ferramentas específicas irão aparecer permitindo optimizar a gestão das relações e da comunicação. As ferramentas de correio electrónico e Web introduzirão funcionalidades para os utilizadores es¬tarem informados da actividade social da sua rede de contactos.
• Semântica: os utilizadores irão ter experiências cada vez mais interactivas e ricas. No futuro, as aplicações passarão a interagir entre si, criando espa¬ços mais transparentes e adaptados a cada um de nós.
• Todos os utilizadores estarão interligados e as opiniões individuais, e por sua vez agregadas em Grupos, serão as mais válidas.
• Mobilidade: crescimento da publicidade direccionada para os dispositivos móveis havendo assim a necessidade das Redes Sociais se adaptarem a este meio.
• Localização: é já a maior tendência nas Redes Sociais como consequentemente em toda a internet.
• Empresas: as empresas irão investir cada vez mais, e em maior escala, em iniciativas mais focadas em detrimento dos Media tradicionais.
• Exclusividade: haverá Redes Sociais específicas para determinados nichos, fazendo inclusive com que os utilizadores não se importem em pagar o seu acesso.
• Dependência do Email: a partilha de conteúdos passará a ser enviado via Twitter, Facebook, entre outras, em detrimento do Email tradicional.
• Cloud computing: haverá cada vez maior número de adeptos do uso de software, conteúdos e outros na “nuvem”.

 

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